francesinha no café da regaleira 3

Rota das Francesinhas O grupo onde milhares de pessoas ‘perdem a cabeça’ por uma iguaria

O melhor nome que lhe surgiu terá sido a francesinha”, explica Francisco Passos. É um dos sítios mais emblemáticos para provar este petisco que, entretanto, no lugar do lombo de porco já se rendeu ao bife. Para mim pessoalmente, Francesinha que é Francesinha é acompanhada de ovo estrelado em cima e batata ao lado, mas podes pedir só francesinha ou dependendo do restaurante pedir o ovo e batata, só batata, com camarão, etc.

  • Outra novidade que vai encontrar em exclusivo no restaurante A Regaleira é um cerveja artesanal criada de propósito para harmonizar com esta francesinha única e com o seu molho.
  • Muito premiado, este estabelecimento é conhecido pelos seus pratos, sempre servidos com toda a frescura, e a francesinha não é exceção.
  • Além disso, pode optar pela francesinha com o molho normal ou com o “molho à homem”, muito mais picante.
  • Além da versão tradicional, existe a versão da casa, com ovo estrelado, e ainda a versão com recheio de gambas.
  • Braga e Vila Real são dois bons exemplos de como a receita evoluiu sem perder a alma.
  • Aqui, as linguiças são colocadas no topo da francesinha e o molho é mais suave do que o habitual, o que pode não agradar aos que gostam de coisas bem picantes.

Tudo sobre a mítica Francesinha á moda do Porto

É um prato pesado, é indiscutível , mas é absolutamente delicioso e uma experiência imperdível se estás no Porto. Serve, aliás, uma das melhores francesinhas do Porto, com enchidos de qualidade, o seu molho secreto e pão devidamente torrado. Foi quando Daniel David Silva, em 1952, se candidatou a barman d’A Regaleira que este restaurante ficou marcado para a história. A inspiração desta sandes especial, e até mesmo a homenagem que levou o funcionário a criá-la, foram as mulheres francesas, que na sua opinião, eram picantes, mais atrevidas e vistosas do que as portuguesas da época.

Francesinhas fora do Porto

E os que não são, acabam por ficar”, diz com o seu bigode sorridente. Ainda assim, e sempre com a vontade de devolver à cidade um dos seus ícones, nunca perderam a esperança de reabrir. Mesmo numa altura de pandemia em que muitos restaurantes fazem precisamente o percurso inverso. A casa foi recentemente alvo de remodelação, tendo-se modernizado sem perder o aparência, por ser um dos mais antigos restaurantes do Porto. Fizeram pouco mais que pinturas no salão principal, os banheiros sofreram uma profunda remodelação e até o letreiro de neon da porta foi restaurado. Francisco e o irmão herdaram o Regaleira em 2007, mas só há um ano e meio é que pegaram no negócio.

O Porto deve à Regaleira uma parte importante da sua identidade gastronómica. Foi aqui que Daniel David da Silva, um emigrante regressado da França, inventou a francesinha. No que toca à francesinha, esta original é um pouco diferente das versões que nos habituámos a ver.

Mesmo lamentando as diferenças no espaço, ficam os elogios para a francesinha e a certeza de que a cerveja será um sucesso. Outra novidade que vai encontrar em exclusivo no restaurante A Regaleira é um cerveja artesanal criada de propósito para harmonizar com esta francesinha única e com o seu molho. Por essa razão, quando os clientes antigos entram neste renovado espaço sentem falta de como era A Regaleira antigamente, mas nem tudo está diferente. A equipa de sala mantém os dois funcionários antigos, que têm já vários anos de casa.

Mesa 13

A sua origem como qualquer prato típico tem raízes populares e muitas são as histórias a volta desta famosa iguaria. O restaurante A Regaleira abriu as portas em 1934, começou a servir francesinhas em 1952 e manteve-se sempre na mesma família. Acabaria por encerrar em Maio de 2018, após negociações com um grupo hoteleiro, mas os proprietários d’A Regaleira não perderam a esperança de devolver o histórico restaurante à cidade. O restaurante onde nasceu a francesinha, encerrado desde 2018, está de volta na mesma rua, com a mesma ementa e a mesma equipa. A francesinha nasceu no Porto, mas rapidamente se espalhou por outras cidades do Norte, ganhando sotaques próprios. Braga e Vila Real são dois bons exemplos de como a receita evoluiu sem perder a alma.

É por isso que as outras Francesinhas não são consideradas concorrência. “Somos convidados para todos os festivais, porque a origem do prato é consensual, mas nunca vamos a nenhuma. É aqui francesinha gourmet Porto que se faz a verdadeira Francesinha”, mesmo que outros se possam orgulhar de ostentar cartazes a dizerem que “são as melhores”. Na sua confecção, o molho da Francesinha é picante, ou não fossem -para Daniel David da Silva – as francesas eram picantes.

“Resolvemos avançar não só pelo negócio, mas pela história e pela família. A pouco tempo o restaurante passou por uma fase ruim, mas agora está bem. Conseguimos chamar mais gente e recuperar os clientes mais antigos”. Ocupado com os outros negócios familiares, Antônio Passos tornou-se sócio de dois dos seus empregados, Manuel Ferreira e Augusto Marinho.

Se não gostares de bife, podes pedir outra carne ou vegetariana e vegana. Cada vez há mais restaurantes que oferecem estas 2 últimas opções. As origens deste prato típico remontam a raízes populares, e existem muitas histórias em torno desta famosa iguaria. É amplamente aceite que o mérito da sua criação é atribuído a Daniel David Silva, que, após emigrar para França, trabalhou num restaurante na Rua do Bonjardim no Porto, chamado “Regaleira”. O Cufra é um dos restaurantes mais antigos do Porto, e um dos seus pratos mais célebres é a francesinha. Diz-se mesmo que apenas três pessoas conhecem o segredo do molho da francesinha do Cufra, que terá sido aperfeiçoado a partir da receita da Regaleira, o primeiro restaurante do Porto a servir francesinha.

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